E daí que eu cedi aos meus impulsos e me matriculei no francês. Foi bem assim mesmo, simplesmente peguei o telefone e fiz a matrícula. Pq, se eu não cedesse, continuaria pensando: será que dá? vou ter grana pra pagar? vou dar conta de fazer?
Então, pra evitar essas perguntas (que eu já vinha me fazendo há meses) me matriculei! Toda terça e quinta, das 7h15 às 8h45. É cedo? Pra cacete. Mas é melhor do que ter que voltar pra casa tarde da noite, ou, o pior - perder aulas pq fiquei presa no trabalho! Se eu já sou mestre em inventar desculpas, perder as aulas de francês não seria nada difícil.
Ceder aos meus impulsos é algo que não faço. Primeiro pq eu tenho uns impulsos completamente idiotas em algumas ocasiões. E em outras, quando eles não são idiotas, eu simplesmente coloco 800 obstáculos na frente. Dinheiro, tempo, trabalho, etc. Qualquer coisa é motivo para eu não ceder. Não ir a uma festa. Não ir ao cinema sozinha. Não ir a um bar sozinha. Não comprar uma revista. Não comprar um livro novo. Não escrever. Não mostrar o que eu escrevi para quem quer que seja. Não conhecer pessoas novas. Não sair.
Ceder ao impulso do francês foi um primeiro passo importante. Primeiro pq me senti muito bem - vou realizar algo que quero muito. Segundo pq eu pude perceber que o mundo não acabou. A vida segue, o trabalho está lá, as contas continuam chegando, meus amigos continuam onde sempre estiveram. Tá, a gente aperta daqui e dali para poder ceder aos nossos impulsos. Mas depois que a gente cede, fica o gostinho da vitória, daquela coisa de ter conquistado algo! E eu conquistei uma liberdade minha, que eu me privava. E percebi que não preciso me privar tanto.
E a nova língua...
Minhas aulas começaram há uma semana e, vencendo a mim mesma novamente, acabei me matriculando no curso regular e não no particular. Pq não? Terei pessoas para treinar, farei novos amigos, etc. Ainda estou lidando com esse fato. Me perturba as pessoas não abrirem os ouvidos para mergulharem no sotaque e aprender a falar corretamente. Me perturba profundamente. Mas vou levando...acho importante nesse primeiro momento eu dividir as aulas e as duvidas. Foi assim com o inglês...um semestre com várias pessoas e depois caminhei sozinha (no caso do inglês, literalmente, visto que aprendi sozinha).
Já tracei um plano de aprendizado e farei de tudo para mantê-lo...principalmente depois de minha mãe dizer que até o final do ano que vem falarei fluentemente. Agora é meta!! É como se fosse uma aposta...só que ao contrário!
Mas o bom de ter cedido ao meu impulso é que eu realmente queria aprender francês. Eu larguei o alemão e relutava pra voltar. E, ao conhecer Paris ano passado, vi que eu precisava aprender francês. Sabe quando tudo no universo te diz pra fazer? Pois o universo gritou pra quem quisesse ouvir que eu precisava aprender francês. E já que este é um ano de experimentos, pq não colocar na panela duas coisas?
Chutando Traseiros
domingo, 25 de março de 2012
quinta-feira, 8 de março de 2012
Experimento 6 - um aprendizado diário
Sofrer de mood swings é um aprendizado diário. Tem gente que acha que é graça. Tem gente que acha que isso é coisa de gente mimada. Tem gente que acha que isso é coisa de gente infeliz ou que não deve ter mto o que fazer. Seja qual for a sua impressão, acredite em mim: é um inferno palpável.
A linha que separa o sorriso da grosseria pura e simples é muito mais tênue daquela que separa o amor do ódio. Basta um segundo, um olhar, um nada. Do céu ao inferno, do algodão doce a pegar merda com a mão. É simples assim.
Não ceder à tentação de jogar tudo pro alto, de juntar as coisas e sair, de mandar todos praquele lugar é um trabalho hercúleo. É como se você tivesse de mover um caminhão com o freio de mão puxado apenas empurrando. Eu fujo de olhar no olho, de ser ativa em conversas, até mesmo de puxar conversas. Foi o mecanismo que encontrei para não surtar. Porque eu não posso simplesmente me levantar e sair. Eu não posso mandar as pessoas a lugares não muito agradáveis. Ao mesmo tempo que não posso simplesmente chorar e dizer: não tem motivo, é que chorar alivia.
Então é isso. Sempre que o mood swing vem, sem avisar, sem o mínimo de vergonha, eu aprendo. Aprendo a respirar. Aprendo que ações valem mais que palavras. Aprendo que não me curvar é melhor do que levantar e sair.
Meus experimentos tem sido mais no âmbito emocional que no plano físico. De qualquer maneira, tirei o ano para aprendizados, não?
A linha que separa o sorriso da grosseria pura e simples é muito mais tênue daquela que separa o amor do ódio. Basta um segundo, um olhar, um nada. Do céu ao inferno, do algodão doce a pegar merda com a mão. É simples assim.
Não ceder à tentação de jogar tudo pro alto, de juntar as coisas e sair, de mandar todos praquele lugar é um trabalho hercúleo. É como se você tivesse de mover um caminhão com o freio de mão puxado apenas empurrando. Eu fujo de olhar no olho, de ser ativa em conversas, até mesmo de puxar conversas. Foi o mecanismo que encontrei para não surtar. Porque eu não posso simplesmente me levantar e sair. Eu não posso mandar as pessoas a lugares não muito agradáveis. Ao mesmo tempo que não posso simplesmente chorar e dizer: não tem motivo, é que chorar alivia.
Então é isso. Sempre que o mood swing vem, sem avisar, sem o mínimo de vergonha, eu aprendo. Aprendo a respirar. Aprendo que ações valem mais que palavras. Aprendo que não me curvar é melhor do que levantar e sair.
Meus experimentos tem sido mais no âmbito emocional que no plano físico. De qualquer maneira, tirei o ano para aprendizados, não?
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Experimento 5 - nem tanto um experimento, mas um aprendizado
Às vezes eu tenho a nítida impressão de que faço certas coisas simplesmente pq eu visualizo o desespero no final e, para evitar o longo caminho até lá, já acabo com tudo, antes que comece. Talvez seja meu lado fatalista, que acha que estou aqui pura e simplesmente para um propósito e, por isso mesmo, sem direito a felicidades distribuídas a pessoas boas (não me faça entrar agora nesse mérito).
Eu conheci uma pessoa. Daquelas que qualquer um vai olhar e dizer: esse é o cara que você sempre pediu. Sim, eu mesma posso dizer isso em alto e bom som. Pra quem quiser escutar mais uma história, de mais uma pessoa, sobre mais um erro.
Eu tenho uma penca de defeitos. Um deles é sempre olhar lá na frente. Mas é bem lá na frente MESMO. O primeiro encontro foi incrível. De verdade, acho que nunca tive um primeiro encontro tão incrível quanto esse. E então eu começo a pensar. A visualizar. E não é o medo de me machucar que me faz parar. É o medo de machucar a outra pessoa. Eu começo a pensar, sim, ele é incrível, ele é fofo. Mas falta algo. Falta uma faísca, um choque, um batimento em falso. E então eu paro. Pra que levar adiante? Muitos dirão: eqto não aparecer o cara, pq não se divertir? A minha resposta é sempre a mesma: é justo? Não comigo, mas com a pessoa.
O que acontece depois é uma avalanche de maus momentos. Eu não consigo ser eu mesma. Não consigo olhar nos olhos, nem ficar de mãos dadas. Reclamações dançam nos meus lábios. A pessoa percebe e me diz adeus. E eu sofro, pq volto a pensar: e se eu desse mais uma chance? e se eu me forçasse? Mas eu nunca tento. Eu nunca me forço. Pq eu sei no que vai dar: eterna dança do descontentamento. Passos ensaiados de uma escolha feita sem pesar a intuição. Giros no salão vazio da crueldade.
Eu espero demais, eu crio demais, eu penso demais. Eu procuro algo que parece inexistente. Eu me escondo atrás dessa máscara. Pq a verdade é que o meu maior medo é não ser digna. É de na verdade descobrir que esse cara não existe. É descobrir que a máscara que eu visto na verdade é só um espelho refletindo a mim mesma.
Eu conheci uma pessoa. Daquelas que qualquer um vai olhar e dizer: esse é o cara que você sempre pediu. Sim, eu mesma posso dizer isso em alto e bom som. Pra quem quiser escutar mais uma história, de mais uma pessoa, sobre mais um erro.
Eu tenho uma penca de defeitos. Um deles é sempre olhar lá na frente. Mas é bem lá na frente MESMO. O primeiro encontro foi incrível. De verdade, acho que nunca tive um primeiro encontro tão incrível quanto esse. E então eu começo a pensar. A visualizar. E não é o medo de me machucar que me faz parar. É o medo de machucar a outra pessoa. Eu começo a pensar, sim, ele é incrível, ele é fofo. Mas falta algo. Falta uma faísca, um choque, um batimento em falso. E então eu paro. Pra que levar adiante? Muitos dirão: eqto não aparecer o cara, pq não se divertir? A minha resposta é sempre a mesma: é justo? Não comigo, mas com a pessoa.
O que acontece depois é uma avalanche de maus momentos. Eu não consigo ser eu mesma. Não consigo olhar nos olhos, nem ficar de mãos dadas. Reclamações dançam nos meus lábios. A pessoa percebe e me diz adeus. E eu sofro, pq volto a pensar: e se eu desse mais uma chance? e se eu me forçasse? Mas eu nunca tento. Eu nunca me forço. Pq eu sei no que vai dar: eterna dança do descontentamento. Passos ensaiados de uma escolha feita sem pesar a intuição. Giros no salão vazio da crueldade.
Eu espero demais, eu crio demais, eu penso demais. Eu procuro algo que parece inexistente. Eu me escondo atrás dessa máscara. Pq a verdade é que o meu maior medo é não ser digna. É de na verdade descobrir que esse cara não existe. É descobrir que a máscara que eu visto na verdade é só um espelho refletindo a mim mesma.
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Experimento 4 - exercícios físicos
Eu fui uma criança/adolescente absolutamente ativa. Eu joguei handball e andava muito a pé. Obviamente que eu morava numa cidade onde tudo é relativamente perto e claramente eu não tinha carro (continuo não tendo...). Então, eu fazia praticamente tudo a pé. Voltar do colégio, fazer coisas na rua, enfim...E eu comia muito! Praticamente um soldado russo durante a segunda Guerra Mundial...Mas eu era magra and graciosa. Eu até caminhava todos os dias no parque pós cursinho.
Mas ai eu me mudei pra capitar...tudo é mais longe, vc passa a usar ônibus/metrô/táxi...Porém, com os mesmos hábitos alimentares. E o que eu ganhei? Oito freaking quilos a mais. Praticamente um quilo por ano que estou aqui.
Eu tentei dietas, tentei voltar a caminhar. Tentei não comer. Tentei, tentei, tentei. Daí, você, do alto de sua inteligência, vai olhar pra mim e dizer: vai pra academia! E eu, do alto da minha timidez te digo: NEM A PAU! Eu morro de vergonha de academias. As pessoas lá, saradas, gostosas e você flácida, cheia das celulites e com os braços balangando mais que as orelhas do Dumbo. Francamente neh?
Então, já que Maomé não vai a academia, a academia vai até Maomé. E Maomé pensou, pensou, passou anos querendo e finalmente cedeu (cedeu pq Maomé não aguenta mais se ver gorda). E numa gloriosa sexta-feira, o Air Climber foi entregue!!![Se vc nao sabe o que é, larga a mão de ser Zé Preguiça e procura no Google].
Eu to adoraaaaaaaaaaaando meu Air Climber. Uso cinco vezes por semana, sempre quando chego em casa...E olha que eu nem faço muito, uns 20 minutos no máximo. Dá pra suar bastante, dá pra desopilar o cérebro e dá pra perder umas calorias. Claro que faz pouco tempo que eu uso, então, não surtiu nenhum efeito emagrecedor. Mas já tem me ajudado muito a descansar a cabeça. Já haviam me dito que fazer alguma coisa ajuda a pensar melhor. Tem me ajudado muito. Mas o melhor é saber que eu não vou morrer absolutamente sedentária. E sim, requer disciplina fazer exercícios em casa, mas o lado bom eh que eu posso levar essa disciplina pra outras áreas (não que eu vá parar de comer. é uma impossibilidade física mesmo).
Esse é o experimento número 4. Não me venha com "deveria ir pra academia, isso sim é um experimento". Veja, pra quem não move o traseiro há ANOS, um Air Climber é uma grande coisa. Tem sido bom não ser a gorda, flácida reclamenta. Fazer exercícios ajuda até a parar de reclamar.
Acho que tenho algumas pessoas pra indicar a compra do air climber...Huh...
Mas ai eu me mudei pra capitar...tudo é mais longe, vc passa a usar ônibus/metrô/táxi...Porém, com os mesmos hábitos alimentares. E o que eu ganhei? Oito freaking quilos a mais. Praticamente um quilo por ano que estou aqui.
Eu tentei dietas, tentei voltar a caminhar. Tentei não comer. Tentei, tentei, tentei. Daí, você, do alto de sua inteligência, vai olhar pra mim e dizer: vai pra academia! E eu, do alto da minha timidez te digo: NEM A PAU! Eu morro de vergonha de academias. As pessoas lá, saradas, gostosas e você flácida, cheia das celulites e com os braços balangando mais que as orelhas do Dumbo. Francamente neh?
Então, já que Maomé não vai a academia, a academia vai até Maomé. E Maomé pensou, pensou, passou anos querendo e finalmente cedeu (cedeu pq Maomé não aguenta mais se ver gorda). E numa gloriosa sexta-feira, o Air Climber foi entregue!!![Se vc nao sabe o que é, larga a mão de ser Zé Preguiça e procura no Google].
Eu to adoraaaaaaaaaaaando meu Air Climber. Uso cinco vezes por semana, sempre quando chego em casa...E olha que eu nem faço muito, uns 20 minutos no máximo. Dá pra suar bastante, dá pra desopilar o cérebro e dá pra perder umas calorias. Claro que faz pouco tempo que eu uso, então, não surtiu nenhum efeito emagrecedor. Mas já tem me ajudado muito a descansar a cabeça. Já haviam me dito que fazer alguma coisa ajuda a pensar melhor. Tem me ajudado muito. Mas o melhor é saber que eu não vou morrer absolutamente sedentária. E sim, requer disciplina fazer exercícios em casa, mas o lado bom eh que eu posso levar essa disciplina pra outras áreas (não que eu vá parar de comer. é uma impossibilidade física mesmo).
Esse é o experimento número 4. Não me venha com "deveria ir pra academia, isso sim é um experimento". Veja, pra quem não move o traseiro há ANOS, um Air Climber é uma grande coisa. Tem sido bom não ser a gorda, flácida reclamenta. Fazer exercícios ajuda até a parar de reclamar.
Acho que tenho algumas pessoas pra indicar a compra do air climber...Huh...
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Experimento 3 - que não é bem um experimento
Bom, se sumi, foi por uma boa causa. Muito boa, eu diria.
Como dito no primeiro post deste glorioso (só que não) blog, eu estava desempregada. E todos os dias eu sentava na frente deste computador que vos escrevo para procurar uma nova colocação. E é óbvio que eu surtava diariamente e pensava que nunca mais eu arrumaria um emprego, que eu não servia mais para nada...Ah, os dramas do dia-a-dia.
Enfim, muitos currículos enviados e poucas entrevistas depois, recebi uma ligação e...o emprego era meu. Assim, numa quinta a tarde vem a ligação dizendo que meus dias de marasmo e dramas sem fundamento acabariam de uma vez por todas.
E o que eu fiz? Entrei em choque, é óbvio! Quem poderia imaginar que eu conseguiria um emprego tão legal, num lugar tão legal? Se você imaginou, bom pra vc colega. Pq eu mesma não imaginei.
Foi assim que numa sexta 13 eu comecei a trabalhar. Sim, uma gloriosa sexta 13. Muito amor, não?
Mas pq eu chamo isso de experimento? Pq é sempre difícil começar em uma nova agência (ou empresa ou loja ou qq coisa). Pq você encontra pessoas novas, clientes novos. Você não sabe se as pessoas receberão você bem ou se simplesmente vão ignorar sua presença. É sempre uma nova experiência...mesmo que eu só esteja (oficialmente) no mercado de trabalho há 09 anos.
E essa nova experiência deu certo. Talvez pq eu esteja mais madura. Talvez pq eu tenha decidido ser uma versão melhor de mim. Talvez pq depois de experiências de "primeira semana" ruins eu finalmente tenha aprendido a ter uma primeira semana melhor.
Então, essa experiência eu posso dizer que foi um sucesso. Está sendo, na verdade. Tenho trabalhado muito, aprendendo 10 vezes mais. Tenho observado mais do que falado.
Que venham então as próximas experiências do ano...
P.S: Parabéns SP. Cidade que me acolheu há tantos anos e pela qual me apaixonei perdidamente!
Como dito no primeiro post deste glorioso (só que não) blog, eu estava desempregada. E todos os dias eu sentava na frente deste computador que vos escrevo para procurar uma nova colocação. E é óbvio que eu surtava diariamente e pensava que nunca mais eu arrumaria um emprego, que eu não servia mais para nada...Ah, os dramas do dia-a-dia.
Enfim, muitos currículos enviados e poucas entrevistas depois, recebi uma ligação e...o emprego era meu. Assim, numa quinta a tarde vem a ligação dizendo que meus dias de marasmo e dramas sem fundamento acabariam de uma vez por todas.
E o que eu fiz? Entrei em choque, é óbvio! Quem poderia imaginar que eu conseguiria um emprego tão legal, num lugar tão legal? Se você imaginou, bom pra vc colega. Pq eu mesma não imaginei.
Foi assim que numa sexta 13 eu comecei a trabalhar. Sim, uma gloriosa sexta 13. Muito amor, não?
Mas pq eu chamo isso de experimento? Pq é sempre difícil começar em uma nova agência (ou empresa ou loja ou qq coisa). Pq você encontra pessoas novas, clientes novos. Você não sabe se as pessoas receberão você bem ou se simplesmente vão ignorar sua presença. É sempre uma nova experiência...mesmo que eu só esteja (oficialmente) no mercado de trabalho há 09 anos.
E essa nova experiência deu certo. Talvez pq eu esteja mais madura. Talvez pq eu tenha decidido ser uma versão melhor de mim. Talvez pq depois de experiências de "primeira semana" ruins eu finalmente tenha aprendido a ter uma primeira semana melhor.
Então, essa experiência eu posso dizer que foi um sucesso. Está sendo, na verdade. Tenho trabalhado muito, aprendendo 10 vezes mais. Tenho observado mais do que falado.
Que venham então as próximas experiências do ano...
P.S: Parabéns SP. Cidade que me acolheu há tantos anos e pela qual me apaixonei perdidamente!
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Experimento 2 - a vida social online
Não se deixe levar pelo título. Obviamente que não me refiro ao facebook e afins. Me refiro aos infindáveis sites de, argh..dizer isso é muito, mas muito desconfortável...namoro. Enfim, sim. Os infindáveis sites de online dating estão ai pra ajudar aqueles inaptos a conhecer pessoas em situações regulares.
A bem da verdade é que eu já fiz parte deste mesmo site no ano passado, por incríveis dois meses. Acho que a experiência em si falhou porque, como todo ser humano, eu fui com muita sede ao pote. Rola ansiedade, você acha que super vai funcionar já na primeira vez que você conecta e que o amor da sua vida tá super ali do outro lado da telinha, te esperando! E não é bem assim. Tem muito cara idiota online também (não é só em bares que você encontra aquele bêbado chato que só fala borracha). O que me foi muito útil foi na minha viagem pra Europa, já que este site tem um sistema de localização, mostrando quem está pelas redondezas. Conheci um cara super legal em Amsterdã e ele me levou em um dos bares mais legais da cidade. E logo que voltei pro Brasil, desativei minha conta. O que passava na minha cabeça era: não rola! Não dá pra conhecer alguém online, precisa do contato pessoal, sair pra tomar um drink, blablablablablabla.
Refiz minha conta - não dava pra reativar, uma vez que deletei para todo o sempre a antiga. E não fechei o círculo: pode ser até das Ilhas Fiji, venha falar comigo. E não, não precisa ser só pra namoro, pode ser só amizade!
So far, so good. Claro que, como já disse, existem idiotas em todos os lugares, inclusive em sites de namoro. Tem sempre aquele que procura por "uma boa garota loira, de olhos claros, magra, que seja de família, goste de animais, tenha seios grandes e lábios carnudos". E tem aqueles que você não dá um real, mas podem contar as histórias mais engraçadas. Tem os que olham o seu perfil e te ignoram, uma vez que você conta que lê demais, usa batom vermelho, usa o humor como mecanismo de defesa e claramente não é peituda. E tem aqueles que leram seu perfil inteiro e mandam uma mensagem fazendo graça com o fato de você ser desengonçada e ter sempre um machucado pelo corpo (não é minha culpa que meus joelhos adoram se encontrar com as coisas que existem pelo caminho).
Tem sido uma experiência legal, apesar de ser um tanto desafiadora no quesito ego: você é analisado a cada momento por qualquer um que encontre seu perfil. Mas tenho aproveitado.
E, não, não arrumei niguém, apesar de conversar diariamente com um húngaro muito engraçado! E sim, continuo melhor cupido pras minhas amigas do que pra mim mesma...mas as coisas são assim...acontecem quando é hora. Ou até você chutar o traseiro!!
A bem da verdade é que eu já fiz parte deste mesmo site no ano passado, por incríveis dois meses. Acho que a experiência em si falhou porque, como todo ser humano, eu fui com muita sede ao pote. Rola ansiedade, você acha que super vai funcionar já na primeira vez que você conecta e que o amor da sua vida tá super ali do outro lado da telinha, te esperando! E não é bem assim. Tem muito cara idiota online também (não é só em bares que você encontra aquele bêbado chato que só fala borracha). O que me foi muito útil foi na minha viagem pra Europa, já que este site tem um sistema de localização, mostrando quem está pelas redondezas. Conheci um cara super legal em Amsterdã e ele me levou em um dos bares mais legais da cidade. E logo que voltei pro Brasil, desativei minha conta. O que passava na minha cabeça era: não rola! Não dá pra conhecer alguém online, precisa do contato pessoal, sair pra tomar um drink, blablablablablabla.
Refiz minha conta - não dava pra reativar, uma vez que deletei para todo o sempre a antiga. E não fechei o círculo: pode ser até das Ilhas Fiji, venha falar comigo. E não, não precisa ser só pra namoro, pode ser só amizade!
So far, so good. Claro que, como já disse, existem idiotas em todos os lugares, inclusive em sites de namoro. Tem sempre aquele que procura por "uma boa garota loira, de olhos claros, magra, que seja de família, goste de animais, tenha seios grandes e lábios carnudos". E tem aqueles que você não dá um real, mas podem contar as histórias mais engraçadas. Tem os que olham o seu perfil e te ignoram, uma vez que você conta que lê demais, usa batom vermelho, usa o humor como mecanismo de defesa e claramente não é peituda. E tem aqueles que leram seu perfil inteiro e mandam uma mensagem fazendo graça com o fato de você ser desengonçada e ter sempre um machucado pelo corpo (não é minha culpa que meus joelhos adoram se encontrar com as coisas que existem pelo caminho).
Tem sido uma experiência legal, apesar de ser um tanto desafiadora no quesito ego: você é analisado a cada momento por qualquer um que encontre seu perfil. Mas tenho aproveitado.
E, não, não arrumei niguém, apesar de conversar diariamente com um húngaro muito engraçado! E sim, continuo melhor cupido pras minhas amigas do que pra mim mesma...mas as coisas são assim...acontecem quando é hora. Ou até você chutar o traseiro!!
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Experimento 1 - A Dieta
Levante a mão, correndo risco de ser vaiado, quem nunca começou um ano dizendo: "vou fazer dieta e super seguir a risca". Eu posso dizer que já disse isso umas quatro ou cinco vezes (em início de ano). Durante o ano eu já perdi a conta mesmo. Porém, estamos aqui pra chutar traseiros e o meu gordo traseiro precisa de um enorme chute.
Já que resolvi experimentar coisas novas e relatar aqui, desde o primeiro dia deste ano estou oficialmente experimentando (e adorando) a dieta dos pontos.
Não quero ser pregadora\garota propaganda de nada. Mas eu nunca fiz uma dieta propriamente dita e achei essa a mais sensata, visto que tenho uma quantidade x de pontos diários e como o que eu quiser, desde que eu não ultrapasse esse número. Geralmente eu passava fome, pulava duas refeições, enfim...fazia merda.
Junto da dieta, caminhadas e corda! Sim, eu criei vergonha nesta minha redonda cara de bolacha recheada e comprei uma corda. E como cansa pular corda!!! Caminhadas voltam a ser diárias, com minha companheira Roberta. Pra melhorar, vou comprar um aparelho. Mas quando comprar eu conto aqui.
O importante é: não é pq dia primeiro foi um domingo que eu ia deixar pra começar na segunda. Mudar significa mudar por completo e me manter firme no que eu tenho me proposto. Agora me proponho a aprender a cozinhar. Além de aumentar a média de livros pra 40. Entre outros experimentos...o negócio é acompanhar!
Já que resolvi experimentar coisas novas e relatar aqui, desde o primeiro dia deste ano estou oficialmente experimentando (e adorando) a dieta dos pontos.
Não quero ser pregadora\garota propaganda de nada. Mas eu nunca fiz uma dieta propriamente dita e achei essa a mais sensata, visto que tenho uma quantidade x de pontos diários e como o que eu quiser, desde que eu não ultrapasse esse número. Geralmente eu passava fome, pulava duas refeições, enfim...fazia merda.
Junto da dieta, caminhadas e corda! Sim, eu criei vergonha nesta minha redonda cara de bolacha recheada e comprei uma corda. E como cansa pular corda!!! Caminhadas voltam a ser diárias, com minha companheira Roberta. Pra melhorar, vou comprar um aparelho. Mas quando comprar eu conto aqui.
O importante é: não é pq dia primeiro foi um domingo que eu ia deixar pra começar na segunda. Mudar significa mudar por completo e me manter firme no que eu tenho me proposto. Agora me proponho a aprender a cozinhar. Além de aumentar a média de livros pra 40. Entre outros experimentos...o negócio é acompanhar!
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